Escutando Very Low Frequency

Aqui descrevo a evolução do meu equipamento e as experiências para ouvir Rugby, Inglaterra. Comecei a gostar de Very Low Frequency (ou VLF) na segunda metade da década de 60, em minha plena juventude, quando li  artigos  na revista americana  “Popular Electronics” que descreviam esta banda, usada para a rádio navegação de navios, comunicação com submarinos e  também despertava o  interesse porque nela ouvia-se curiosos ruídos provocados pela atividade elétrica na atmosfera do nosso planeta. POR VLF SERIA ENVIADO O SINAL PARA A GUERRA.  Então, estávamos em plena época da “Guerra Fria” e o que mais se ouvia falar era…

Cape Town Radio/ZSC (Um resumo da história)

A Cape Town Radio foi fundada em 1910 em um antigo farol em Kommetjie na costa ocidental da Península do Cabo. O primeiro prefixo utilizado foi VNC e a emissora operava na freqüência de 400 kHz utilizando transmissores Spark. Os operadores tinham que trabalhar com as janelas da emissoras abertas para os elementos natureza, verão e inverno, para liberar o odor de enxofre gerado por todo o aparato. Em 1928 o prefixo ZSC foi definido e está em uso até os dias de hoje. Durante a Segunda Guerra Mundial, Cape Town Radio representou um importante papel interceptando mensagens de socorro…

Como obter confirmações QSL de estações utilitárias?

Atendendo ao pedido do Roberto Landolpho, editor da coluna de utilitárias, aqui vai um breve relato de como tenho obtido QSL’s de estações utilitárias. Espero que com esse relato, mais e mais associados do DXCB pratiquem essa modalidade de Dexismo. Também espero que os associados possam obter confirmações QSL de estações utilitárias (seguindo a minhas dicas), o que não é tão difícil assim como parece. Bom, de um tempo para cá, comecei a dar mais atenção às estações utilitárias (principalmente as que transmitem em CW — Código Morse), enviando informes de recepção a algumas delas. Como não tenho o “Guide…

Verificando estações latinoamericanas

O problema que mais aflige os adeptos do Dexismo de estações latino-americanas, sejam em ondas médias ou em faixas tropicais, é o baixo índice percentual de verificações obtidas. O objetivo deste artigo é o de ensinar-lhes alguns “truques” própios para procurar aumentar o mais possível esta porcentagem, levando sempre em consideração que, fora as poucas exceções, estas estações não estão nem um pouco interessadas em conhecer a qualidade da sua recepção aqui na Itália (logo aos seus relatórios de recepção). Visto que são estações locais, se dedicam à sua audiência local, e não a ouvintes do além-mar, e, se respondem…

O relatório de recepção

Os radioamadores e os “pexis” (CB), que querem ter uma prova concreta dos seus contatos não precisam de mais nada além de enviar a estes os seus própios cartões QSL pré-impressos. A tarefa do radioescuta é bem mais complicada, pois, depois de ter escutado um programa de uma estação qualquer, seja essa uma super-potente BBC de Londres ou uma longínqua Ondas del Huallaga de Huanuco (Peru), ele quer receber destas um cartão QSL confirmando a recepção. O nosso radioescuta deve, de fato, embrenhar-se na compilação de uma carta, que deve conter, sem dúvida alguma, todas as minúcias, nenhuma delas excluída,…

Algumas considerações sobre os cartões QSL

QSL não é uma “ciência exata”. Você pode enviar o relatório mais bem elaborado do mundo para uma emissora e não receber nada. Enquanto o seu vizinho que pode até ter aprendido sobre o hobby com você, manda um relatório “meia-boca” e consegue o QSL. Use IRCs para ajudar emissoras de países em que a situação não está tão boa. Podemos citar que, por exemplo, a Rádio Tirana-Albânia aceitaria muito bem os seus IRCs. Agora a Radio Valdereen International-Bélgica já não precisa tanto desse tipo de ajuda.  Pra ficarmos somente na esfera das emissoras internacionais a regra seria mais ou…

A criatividade para a obtenção de QSLs

O radioescuta que ainda não é um dexista tem o seu perfil mais ou menos estilizado, sem muita variação. Preocupa-se em ouvir emissoras de grande porte que transmitem no seu idioma. De fato é um bom começo. Não conhecemos dexistas, que sem conhecer algo do rádio, já partiram em busca de emissoras como Radio Solomon Islands – SIBC ou Radio Vanuatu. O início sempre se dá com emissoras que prestam serviço ao Brasil, quando não alguma emissora que transmite em espanhol. Estas emissoras são as portas para a obtenção dos primeiros QSLs. Para estas emissoras não há necessidade de muito…

A singularidade das verificações por carta pessoal

Não é muito difícil de se encontrar cartões QSL iguais aos nossos nas coleções de amigos. Muito mais difícil é encontrar cartas iguais. Esse fato que não é notado pela maioria das pessoas faz uma coleção se tornar única. Este é um dos fatores que me incentivou, incentiva e incentivará a fazer dexismo com as emissoras de ondas médias nacionais. Certas emissoras que eu consegui escutar uma vez até agora, com quase certeza, aparecerão logo logo no meu receptor. Só que com outra freqüência, outra potência, outro papel timbrado e irão confirmar com outro texto. Estes fatores fazem grandes diferenças.…

Materiais: o que enviar e como agradar o V/S

Fazer um bom relatório de recepção, pode ser trabalhoso quando iniciarmos na aficção, mas com o tempo isso deixa de ser problema. Enviar um relatório para uma emissora é uma tarefa muito complexa. Alguns dexistas conseguem as suas verificações com extrema facilidade. Creio que não exista uma formula mágica, mas se é que ela existe, a mesma não costuma ser compartilhada. O objetivo principal deste artigo é “dar uma mão” para o seu relatório conseguir o QSL. Isto não quer dizer que um relatório mal feito, com uma carta fraca, escorado por uma enorme quantidade de materiais vá conseguir uma…

O cartão QSL em debate

Você é daqueles que adora receber confirmações seja em forma de cartas, ou de cartões? Ou aprecia recebe-los, mas não faz tanta questão, dando mais atenção aos suvenires enviado pelas emissoras? Na década de 60 quando comecei a me interessar pelas escutas radiofônicas desconhecia, como muitos, da existência das confirmações feitas pelas emissoras, uma vez que nossas atenções estavam mais voltadas pelas ótimas programações que nos eram oferecidas. Também, com 10 anos de idade, eu queria mesmo era pegar naquele botão enorme que o Philips tinha e descobrir o máximo de coisas diferentes do nosso cotidiano. Os receptores antigos tinham…